quarta-feira, 5 de maio de 2010

A partir eu fiquei.

PORQUÊ? Porquê a mim? Porquê em mim?
Era tão mais fácil não sentir, não querer, não ver, não ouvir, não dizer, tão mais fácil ser indiferente, não querer. Não quero mais, não me quero mais assim. Não quero mais, não, não quero.
"Sei que sabes que sim................................."
Quero tanto dizer, não consigo, não, não consigo. Se eu vestiasitj gweat okewq tg+ed-h gste a armadura, o colete antirhrtw hrw -dh 2ebalas, pusesse o capece e fosse. Valia sigjiqp+oejw mbve
egv wlçng NAO.Nao mais.dk
Pessoas, eota 'g estou farto. hç s´f~s iaqslrh ATSTEO LO-.
Noakqç ~pg - Não.ç rr
Não. Não quero mais .,a «t gst lNão quero acreditar, vou limpar a cara, deitar-me, adormecer e acordar num novo dia, num novo mundo.
Nada serve, nada. Porquê? Para quê? NAeda.pºs e os Ninguém tem nada a ver svsg od . nada não.eaio jthoje não, agora não. amantuaq9 sjgegejg pie NÃO. Fui. Voltarei?
Dou de mim aquem? Para quê? Para que vale? DE que vale? DE que vale parecer se não posso ser? De que vale? Não, hoje não. Para quê sorrir e cantar pela rua? Deixei de acreditar, de vez! Para quê tentar construrier ier er uma ponte, se não há caminhos?




aurash aserh uiw hriwe PODEteaso ODEIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
Diz-me... Para que me levas contigo neste jogo de cartas, onde não posso ser Valete nem Ás de Copas; talvez Joker, apenas Joker.
Risos, sorrisos, momentos insípidos. Via-te viajar em ti mesma, via-te ver, vejo-te ser, talvez juntos sejamos apenas espelho. Canso-me de não estar cansado, canso-me não querer querer, de não querer crer.
Já nada vale. Valerá? Se é que vale... Nada valeu, valerá? Vai valer? Vai!? Quando vai...? Amanhã!?
Valeu ontem? Vale amanhã...!? E hoje, agora!!!!!!?????????????????????????????????????????????

Nobody knows.



Lençois do avesso, palavras cruzadas e atadas pela sede de poder, pela vontade de dizer.
Eu quero ser, eu quero conseguir, a lógica é incoerente, viver é ilógico, existir é uma crença, amar é um estado de espírito. Quem sou eu? O que é ter valor?
Por que é que o bicho humano necessita de aprovação social?
Bolas, eu só acreditava nos contos de fadas, tinha tanta certeza que respirar era possível, e agora...!? E agora!?
Agora deito-me na cama que eu me fiz, já não verto mais lágrimas, suspiro apenas.
Só queria ser um avião a jacto, sentir a velocidade das coisas e não a sua intensidade.
Inspirações forjadas são as que me prendem, lacunas sutentadas pela ansiedade e medo de não vencer, de não ser.
Um mundo perfeito abre-me as portas e eu tranco-lhe as janelas, que é feito de mim, onde estou!?

segunda-feira, 3 de maio de 2010

..

Nasci para estar condenado à incultura.
Queria nascer num sítio onde estivesse condenado ao sucesso.
Não ter limites e sorrir apenas.
Saberei eu ver, ouvir e escutar?
Um dia penso nisso, agora quero beber um pouco mais de mim mesmo.
Poetas ditam emoções ensurdecedoras.
Sou?

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Cegueira democrática, ou quase.

Pior que não poder ver, é estar cego.
Já ninguém fala na Gripe A, já ninguém tem Gripe A. Ainda se lembram? Já se apagou da nossa memória, é certo.



Peter Joseph em grande.



Nostradamus, o mestre.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Surreal

Estou adicionado a esta metade de vida, metade de morte, eu sou um morto vivo, eu morro vivo, eu vivo morto! Vivo sem princípios, vivo sem horários, vivo sabendo que estou morto, vivo dentro de um corpo sem alma. Quando morrer já estarei morto, morto de viver!
Não sei o que pensar, não sei o que dizer, muito menos o que fazer. Vivo o nada do tudo, não sou nada neste tudo. Este tudo não é nada, eu sou nada, tu és nada, nós somos nada.
A minha alma fugiu, dei-lhe cornos caiu para o céu, dei-lhe asas quis voar para o Inferno! Neste calor efémero, o meu coração bombeia ar, os meus pulmões respiram sangue, as minhas mãos caminham, os meus pés mexem, a minha boca ouve, os meus ouvidos saboreiam.
Sem sentido nem sentimentos, sei voar a pé, sei andar a voar.
Não sei correr com as mãos, sei correr com os olhos, correr a olhar o mundo, que se constrói em milhares de milhões de anos, para se destruir num segundo.
Deixa-me só dizer com os meus ouvidos, que eu não sei crer na em factos que não são factos. Deixa-me abrir a boca fechando-a, dá-me cornos para voar, asas para cair.



24.Out.2007

domingo, 25 de abril de 2010

Cambalhotas.

Luzes apagadas, volume dos meus ecos levados ao máximo e às cambalhotas, a berrar boca fechada.
Eu sabia que estava perdido, restava-me apenas dar cambalhotas, a questão está em: "Quantas mais cambalhotas?".
Quantas mais cambalhotas? Quantas mais cambalhotas eu quiser dar, crio obstáculos, tenho por hábito silenciar respostas por as achar demasiado eficazes, complico-as.
Para quê? E se a respostas se resumir a não ter resposta, a aceitar apenas!? E se a resposta for não questionar?
Nem sei bem, mas expresso uma enorme felicidade.