PORQUÊ? Porquê a mim? Porquê em mim?
Era tão mais fácil não sentir, não querer, não ver, não ouvir, não dizer, tão mais fácil ser indiferente, não querer. Não quero mais, não me quero mais assim. Não quero mais, não, não quero.
"Sei que sabes que sim................................."
Quero tanto dizer, não consigo, não, não consigo. Se eu vestiasitj gweat okewq tg+ed-h gste a armadura, o colete antirhrtw hrw -dh 2ebalas, pusesse o capece e fosse. Valia sigjiqp+oejw mbve
egv wlçng NAO.Nao mais.dk
Pessoas, eota 'g estou farto. hç s´f~s iaqslrh ATSTEO LO-.
Noakqç ~pg - Não.ç rr
Não. Não quero mais .,a «t gst lNão quero acreditar, vou limpar a cara, deitar-me, adormecer e acordar num novo dia, num novo mundo.
Nada serve, nada. Porquê? Para quê? NAeda.pºs e os Ninguém tem nada a ver svsg od . nada não.eaio jthoje não, agora não. amantuaq9 sjgegejg pie NÃO. Fui. Voltarei?
Dou de mim aquem? Para quê? Para que vale? DE que vale? DE que vale parecer se não posso ser? De que vale? Não, hoje não. Para quê sorrir e cantar pela rua? Deixei de acreditar, de vez! Para quê tentar construrier ier er uma ponte, se não há caminhos?
aurash aserh uiw hriwe PODEteaso ODEIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário