quarta-feira, 5 de maio de 2010
Nobody knows.
Lençois do avesso, palavras cruzadas e atadas pela sede de poder, pela vontade de dizer.
Eu quero ser, eu quero conseguir, a lógica é incoerente, viver é ilógico, existir é uma crença, amar é um estado de espírito. Quem sou eu? O que é ter valor?
Por que é que o bicho humano necessita de aprovação social?
Bolas, eu só acreditava nos contos de fadas, tinha tanta certeza que respirar era possível, e agora...!? E agora!?
Agora deito-me na cama que eu me fiz, já não verto mais lágrimas, suspiro apenas.
Só queria ser um avião a jacto, sentir a velocidade das coisas e não a sua intensidade.
Inspirações forjadas são as que me prendem, lacunas sutentadas pela ansiedade e medo de não vencer, de não ser.
Um mundo perfeito abre-me as portas e eu tranco-lhe as janelas, que é feito de mim, onde estou!?
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és qualquer coisa de maravilhoso
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