domingo, 16 de maio de 2010

Cerveja preta.

Boémia sensorial, tonalidades obscuras do meu ser assemelham-se ao desprazer.
Quem sou? Sou? Por que sou?
Dias atónitos de refugio submerso e alcoólico. Escrevo para dizer que nada tenho e devo dizer. Farsas, mitos e coisas estranhas vindas d'um ser que não é, mas que já foi. A loucura induzida será realmente louca?
Os meus neurónios jogam à sueca com as minhas dendrites e axónios.
Barulhos atormentam-me o ego, elavam-me ao cume, auge do tentar não ser, não existir.
Sou?

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